quarta-feira, 15 de junho de 2011

RELATÓRIO DA CAUSA NO FACEBOOK

CAUSA:O descaso das autoridades em relação ao Antigo Predio Diario de Aracaju

O antigo prédio do Diário de Aracaju, localizado no centro da capital na Avenida Ivo do Prado s/n,esquina com rua Propriá, encontra-se interditado pela prefeitura Municipal de Aracaju, através da empresa Municipal de Obras e Urbanização (EMURB) desde maio de 2009.O prédio encontra-se com sérios problemas de estrutura, pois o imóvel encontra-se em estado de abandono, correndo sérios riscos de desabamento da sua marquise,o imóvel necessita urgentemente de um processo restaurativo que recupere suas características originais.Pois além de ser o antigo prédio que abrigou o Diário de Aracaju, também abrigou a Rádio jornal de Sergipe AM-540 e por muito tempo foi a residência oficial de uma grande personalidade sergipana, Manoel José Bomfim, que nasceu em Aracaju em 1868 e foi um grande educador e seus trabalhos contribuíram  para o desenvolvimento da sociedade sergipana.Assim foi apresentado ao governador,uma proposta de transformar o espaço em um “Memorial Educador Manoel Bomfim”, segundo afirma a deputada Ana Lucia,a “a criação do memorial não é um simples ato de Preservação do patrimônio histórico e intelectual sergipano, e sim revivo da história educacional e  intelectual  de Sergipe”.

 *OBJETIVO DA CAUSA : Mostrar a sociedade à situação de abandono no qual se encontra o prédio, de grande importância para o patrimônio sergipano, e através dessa causa sejam cobradas as providencias. 

A Causa foi criada em12 de abril, de 2011 com o intuito de mobilizar mais pessoas em torno da divulgação do abandono de um patromônio histórico.A causa possui 81 membros,sendo que desses foram feitos 6 comentários sobre a causa.A causa Promoveu ações como a  divulgação por outras redes sociais,em radios como AM 540,e ainda foi criado um abaixo-assinado,para uma melhor mobilização em defesa do nosso patrimônio.

Abaixo assinado da causa: http://www.abaixoassinado.org/abaixoassinados/8711%20


 

 

quarta-feira, 11 de maio de 2011

RESUMO DO TEXTO:"FIOS DO INESPERADO E DA RESISTÊNCIA": NEGROS,INDIOS,MESTIÇOS E MULHERES EM SERGIPE NO SÉCULO XIX .

     Nosso grupo discutiu a questão dos negros,que começou com uma afirmação de Padre Vieira que afirmou que só haveria remédio quando entrassem com força,escravos de Angola"(VIEIRA,apud LISBOA,1874:454)que fala  que através da escravidão uma devida região alcançaria seu progresso.Partindo disso,enfatizamos  a questão dos direitos dos escravos que não eram iguais do resto da sociedade,onde os senhores de engenho castigavam excessivamente o negro,quando ele fugia,ou não fazia suas atividades direito,e esses  eram levados para o peulorinho,que representava uma simbologia na epóca,e servia de exemplo para outros negros.
    Também discutimos a questão de algumas restrições que o negro sofria,com ser impedido de frequentar escolas públicas,não era permitido participar das Irmandades da Igreja,como a Irmandade do Santissimo Sacramento, que congregava a elite local,e impedia a entrada dos negros,e também a  questão da roupa da mulher negra,que não podia utilizar vestido de seda,entre outros.Assim as mulheres escravas inventaram sua própria moda.Mas continuamos o debate do texto,discutindo três perguntas:De onde vieram os negros?Quantos eram?E por onde se espalharam?O negro entrou na capitania de sergipe com os primeiros colonizadores,principalmnete com a criação das sesmarias,e eles geralmente vinham da bahia,e de  algumas localidades da africa,como:Congo,Angola,Golfo do Benin,etc.Eles eram em 1802,19.434 no inicio,já em 1854 registrava-se um numero de 32.448 escravos numa população de 132.644 habitantes.E eles se espalharam no incnio para criação de gado,e na agricultura de subsistência,mas tiveram presença marcante nas areás canavieiras,na região do contiguiba,do vasa-barris e do Piaui.

terça-feira, 12 de abril de 2011

CAUSA NO FACEBOOK


 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE
DEPARTAMENTO DE HISTÓRIA
DISCIPLINA: TEMAS EM HISTÓRIA DE SERGIPE II
PROFESSOR: ANTÔNIO LINDVALDO SOUSA
DISCENTES: ANNE MIRRAYLLA SANTOS SANTANA
   ISABELA CHAGAS SANTOS



Trabalho solicitado pelo professor Antônio Lindvaldo Sousa, professor da  disciplina Temas de História de Sergipe II, com o objetivo de criação de  causas denunciando
alguns monumentos e/ou quaisquer outras fontes históricas que tenham alguma representatividade para a História de Sergipe , e depois  posta-las numa rede social, no caso o  “Facebook ”.




Causa: O descaso das autoridades em relação ao Antigo Prédio do Diário de Aracaju


   
     O antigo prédio do Diário de Aracaju, localizado no centro da capital na Avenida Ivo do Prado s/n,esquina com rua Propriá, encontra-se interditado pela prefeitura Municipal de Aracaju, através da empresa Municipal de Obras e Urbanização (EMURB) desde maio de 2009.O prédio encontra-se com sérios problemas de estrutura, pois o imóvel encontra-se deteriorado e em estado de abandono, correndo sérios riscos de desabamento da sua marquise,Ou seja, o imóvel necessita urgentemente de um processo restaurativo que recupere suas características originais.Pois além de ser o antigo prédio que abrigou o Diário de Aracaju, também abrigou a Rádio jornal de Sergipe AM-540 e por muito tempo foi a residência oficial de uma grande personalidade sergipana, Manoel José Bomfim, que nasceu em Aracaju em 1868 e foi um grande educador e seus trabalhos contribuíram  para o desenvolvimento da sociedade sergipana.Assim foi apresentado ao governador,uma proposta de transformar o espaço em um “Memorial Educador Manoel Bomfim”, segundo afirma a deputada Ana Lucia,a “a criação do memorial não é um simples ato de Preservação do patrimônio histórico e intelectual sergipano, e sim revivo da história educacional e  intelectual  de Sergipe”.Dessa forma apresentamos aqui uma reivindicação para que medidas sejam tomadas para que esse patrimônio não seja esquecido pelas autoridades.

*OBJETIVO: Mostrar a sociedade à situação de abandono no qual se encontra o prédio, de grande importância para o patrimônio sergipano, e através dessa causa sejam cobradas as providencias.

*POSIÇÕES:
1-Sugerir o tombamento do imóvel,com o intuito de preservação do patrimônio histórico da cidade.
2-Divulgação através de faixas e nas rádios da importância desse bem cultural para construção de uma identidade local.
3-Realização de um Ato publico em frente ao prédio reivindicando a criação do memorial Educador Manoel Bomfim.
            4- Criação de um abaixo assinado virtual para uma melhor divulgação da causa.      



                                         Marquise do prédio pode desabar a qualquer momento




                                                        Foto do educador Manoel Bomfim    

terça-feira, 5 de abril de 2011

TRANSCRIÇÃO DE DOCUMENTO SOLICITADA PELO PROFESSOR ANTONIO LINDVALDO

    
           UNIVERSIDADE FEDERAL  DE SERGIPE

                 CENTRO DE EDUCAÇÃO E CIÊNCIAS HUMANAS
                                                                       
DEPARTAMENTO DE HISTORIA 

           ANNE MIRRAYLLA SANTOS SANTANA 





Transcrição apresentada à disciplina “Temas de História de Sergipe II” pelo Curso de História Licenciatura, 5º período à Universidade Federal de Sergipe. 
Prof. Dr. Antônio Lindvaldo de Sousa.






 SÃO CRISTOVÃO 
2011




             De: José Moreira guerra
            Capitania do porto de Sergipe                                Gov.



            Para: Presidente da província de Sergipe                04 fls.


            Em-24 de dezembro de 1856

 Caixa-04
 Volume-44

                                            Ilmo e Exmo. Senr. Presidente   


Nº3

     

    Conforme exigio V.Exª em officio de 12 de  De-
zembro a bem de satisfazer a circular do Exmo senr
Ministro secretario  de estado  dos   negócios do Im
     perio,   que   pede  informações:   1ª sobre a navega-
   ção  do  longo  curso,  costeira e  fluvial  desta  Pro-
vincia ,com  declaração  do  numero  de  barcos  de
vella  e   de   vapor  nella empregadas,  suas  tonela-
gens  e  tripolações, custo  e   importância  de  seus
fretes, e  os  melhoramentos  de  que  carecem; 2ª q
O  estado  da  pesca  em  grande ou pequena escala,
o numero  de barcos  e  tripolações, que  Ella ocupa
e  o  valor  approximado  dos produtos dessa indus-
tria; 3ª, qual  o  numero de rios e canaes nevegaveis
desta  província, e delles  quaes as que convem des-
de   já    abrir   e   explorar;  cabe-me  informar: 1º:
A  navegação   do   longo  curso  desta  província,o
termo  médio conta  de  uma  embrarcação  de  vel-
la  nacional,  e  vinte  cinco  estrangeiras,  não  per-
tencendo, n’huma  dellas   á   Província,  sua  tone-
lagem   total  He  de  cinco mil  dusentas  e quaren-
tas   e   nove   toneladas   brasileiras,  e   tripoladas
por  duzentas  e  nove  praças  inclusiveis  as offi-
     [fl. 1]
ciaes,   e  destas  só  9  são brasileiras, e a  importan-
cia    de   seos  fretes   em  relação  a   tonelagem, pe-
so  bruto   de   açúcar,  importa218:358.400reis:a na-
vegação  costeira  de  294 embarcações  de vella em-
tradas   e    sahidas   na província,  e 12 vapores, sua
tonelagem   total   he   de   45:900 toneladas, e tripo-
ladas    por  3.060   individuos   inclusiveis  as   offi-
ciaes,e destas embarcações deseseis pertencem a pra-
ças  da   província, as   quaes    tripulão  de  seos   fi-
lhos   660  maritimos, e   a importância  de  seos fre-
tes  em relação  a   tonelagem  em peso  bruto  de  a-
çucar, sal, algodão, cafés, couros seccos, e cocos he
de 835:380:000 reis, e os fretes podem soffrer modi-
ficações  em relação, que   se   argumentarem as bar-
cas   de  conduções,   que   apenas  possue  a provin-
cia   30  dessas,   tripoladas   por   150   marinheiros,
acrescendo    sua   má  contrução,    que  já  começa
a   soffer   melhoramentos.  2ª:  O estado  de   pesca
da   província  não occupa  embarcações   de  cober-
ta,   mas  sim  em    pequena   escala   feita   no  mar
alto   por   jangadas,  nos  rios,  por    canoas,   as  q’
em  numero   de  560  empregão  460 pescadores, e
  [fl. 2]
e  o  produto  desse pescado  deve importar    de se
is  a   7. 000.000  reis,   mas  a   costa  da  província
guarda   pareceis     abundantes  de  peixes  de  dif-
ferentes    espécies  e     superiores   qualidades. 3ª:
os   rios   da  província    são   quatro, desembocan-
do todos  no oceano,fazem   as barras de Rio-Real
Vasa-barris,  Cotenguiba,   Japaratuba,  e São Fran-
  cisco:  todos  são navegáveis por embarcações,que
não excedam  o tirante  de  agoa  de  mais  de des-
eseis   palmas; isso  em   relação  á  pouca  profun-
didade  de  suas  barras, as  qaues  já  tem  em  seo
auxilio   rebocagem  por   vapor, os  rios   tem dif-
ferentes       tributários     alguns      po-
dem    ser   ligadas   por   sistema   de   canaes  em
distancia,  que   não   excedam  a   3.500  braças a
maior:  a   canalisação   em   relação   a   as  tribu-
arios    deve   correr    parallela  á  costa; avançam
do  ate  4 leguas  do  seo  centro,  e  a  canalisação
deve   ligar   o   rio   de   S.Francisco ao  Rio-Real:
os  tributários,  que  se  submettem  á  junção  por-
tal  sistema  são  Rio  das  Farinhas   braço de Rio
Real   com   o  rio   Parahi,  tributário   de    Vasa-
   [fl. 3]              

  -barris,  e   deste    o     rio    Santa     Maria   com    o  rio  Poxim
 Braço do cotenguiba,e o  seo  tributário Pomonga  com o rio Gi-
 Quitibá   braço  do  rio  japaratuba,  e  este  com  o   rio  Betume
 tributário   ao  de   S.francisco;   a  canalisação    já   teve  princi-
com  sem  pequeno  canal  feito á braças,ligando o  rio  pomonga
ao  Japaratuba, e este canal  de  3.000 braças já offerece   navega-
ção  á  pequenas  barcas  nas  grandes marés, e   já  pode admittir
melhoramento  de  escavação  por  vapor; esse serviço é de  gran-
de  importância  por ligar  os importantes recôncavos de Japaratu
ba  ao  cotenguiba, e  o  rio Pomonga,  que  dista  ao  norte da Ca-
pital    900 braças   pode   apresentar  com   vantagem  ao   merca-
do   da    cidade   10   a   12.000   toneladas   de   açúcar,  produsi-
das  no   recôncavo  japaratuba, cujos  productos  são  levados de
carros   á   cidade   de  Maroim,  onde soffrem o embarque dupli-
cando   as   dispesas  de  condução, que  pesa  sobre os fretes das
embarcações,   e     esta     utilidade   é     superior    aos    dispen-
dio   da    escavação     e   melhoramento   do      canal     existen-
te. E     assim       julgo     satisfeito       o     encargo    com    que
me       honrou      V.Exª,    esperando      merecer    attenção   de
minha      fraca       intelligencia,    e      o     estado     desta      re-
     partição      há      pouco       Creada.    Deus  guarde    a     V.Exª
   Capitania do  porto   de  Sergipe.  24 de   dezembro                   
  De 1856.                                                                                     
                                              [fl. 4]                                                          
                                                    José Moreira guerra
                                                             Cap.do porto



  [fl. 1]   
  [fl. 2]  

  [fl. 3]   
  [fl. 4]  

ATIVIDADE SOLICITADA EM SALA DE AULA PELO PROFESSOR ANTONIO LINVALDO

BANDEIRA DE SERGIPE

 


Foi oficializada através da Lei no 795, de 19 de outubro de 1920.E no dia 24 de outubro de 1920 a bandeira oficial de Sergipe foi hasteada pela primeira vez, na fachada do Palácio do Governo, ficando ao lado da bandeira nacional.As cores da Bandeira representam a integração do estado ao brasil, e as estrelas simbolizam os seus principais rios.

Disponível em: http://www.conhecasergipe.com.br/bandeira_de_sergipe.asp < Acessado no dia 04 de abril as 21:00




BRASÃO DE SERGIPE



A Lei nº 02, de 5 de julho de 1892 instituiu o Brasão de Armas de Sergipe.Sua simbologia está representada pelo índio Serigi embarcando em um balão; em seu centro a palavra PORVIR - o futuro. Abaixo do cesto do balão a legenda Sub Lege Libertas - Sob a Lei a Liberdade. Encerrando a faixa a data da primeira Constituição do Estado - 18 de maio de 1892. O índio representa o passado e o balão o futuro e a civilização.


Disponivel em:http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/sergipe/imagens/brasao-sergipe-,acessado em 04 de abril de 2011 ás 15:30>





HINO DE SERGIPE


Letra por Manoel Joaquim de O. Campos
Melodia por Frei José de Santa Cecília


Alegrai-vos, Sergipanos,
Eis que surge a mais bela aurora
Do áureo jucundo dia
Que a Sergipe honra e decora

O dia brilhante,
Que vimos raiar,
Com cânticos doces
Vamos festejar

A bem de seus filhos todos,
Quis o Brasil se lembrar
Do seu imenso terreno
Em províncias separar.

Isto se fez, mas contudo
Tão cômodo não ficou,
Como por más consequências
Depois se verificou.

Cansado da dependência
Com a província maior,
Sergipe ardente procura
Um bem mais consolador.

Alça a voz que o trono sobe,
Que ao Soberano excitou;
E, curvo o trono a seus votos,
Independente ficou.

Eis, patrícios sergipanos,
Nossa dita singular,
Com doces e alegres cantos
Nós devemos festejar.

Mandemos porém ao longe
Essa espécie de rancor;
Que ainda hoje alguém conserva
Aos da província maior.

A união mais constante
Nos deverá consagrar,
Sustentando a liberdade
De que queremos gozar.

Se vier danosa intriga,
Nossos lares habitar,
Desfeitos aos nossos gostos
Tudo em flor há de murchar.
Obtida de "http://pt.wikisource.org/wiki/Hino_do_estado_de_Sergipe"acessado em 05 de abril  de 2011 ás 18:00>